Saturday, 19 December 2009

pensando sobre os ciclos


...uma nova etapa que se conclui, um novo ciclo que recomeça, um momento de refletir, ou apenas um período comum em que a troca de data, é apenas uma mudança no calendário.
Todo final de ano é assim, não importa a crença, a cultura ou o modo de ser, paira no ar uma energia diferente. Algo quase físico. Como se uma grande porta invisível manipulada por uma grande mão também invisível, existisse num tempo logo ali na frente...
Como se, de repente nos déssemos conta de sua presença e todos juntos, em um grande movimento uníssono caminhássemos na sua direção na grande expectativa de atravessá-la.
Eu particularmente acredito nos ciclos pessoais de cada indivíduo, em mudanças decorrentes de ciclos que se completam e que recomeçam, de acordo com a história de cada ser.
Mas também não posso ignorar que nesse período do ano, a energia coletiva de crença em mudanças representa uma força significativa na roda que gira o mundo. O inconsciente coletivo tem um papel importante na criação e elaboração dos mitos, daí a crença em mudanças na virada do calendário por exemplo. Muitos abrem o ano novo com ritos, tradições, práticas, ou toda sorte de amuletos, na tentativa de manipular "a distância" um tempo que ainda não chegou. Todo o pensamento se volta pra algum momento no futuro, algo que se projeta pra frente, se desloca do aqui e agora e as esperanças no melhor são o único sentimento que liga os dois tempos: presente e futuro. Apesar de ver um lado positivo nesse pensamento-comportamento, que é a energia para o bem, o astral elevado, os sentimentos confiantes, a reflexão e análise que muitos elaboram a respeito do tempo que recém passou, numa perspectiva de reelaborar o crescimento pessoal. Os ritos que muitos realizam tem a função muitas vezes de organizar psiquicamente a vida. Se preparar pra continuar a jornada. A vida é um rio, que flui ininterruptamente...
Por outro lado, quando s expectativas existem sem a contrapartida da reflexão, está implícito também, uma certa falta de compromentimento com as próprias atitudes e sua responsabilidade em atuar de fato na sua vida, porque colocando todas as possibilidades num futuro incerto, uma parte do ser deixa de estar presente e atuante naquele momento.Como se os planos fossem de fato se realizar, bastando para isso "atravessar a porta".
A minha reflexão não tem a intenção de ser condenatória desse ou daquele comportamento, mas somente de sugerir uma nova possibilidade do olhar, diga-se o "meu" olhar, como tantos outros olhares diferentes que existem de igual valor.
Refletir é uma ação do pensamento que se feita com honestidade e clareza, sempre produz bons resultados, a respeito do presente do passado ou futuro.



Amst, 19 dez 2009

Thursday, 19 November 2009

SINTERKLAAS




foto by Monica Cella


Uma estória sobre o Natal...


Nessa época do ano inevitavelmente a gente mergulha num clima diferente, de cores, sabores, cheiros e costumes. Vivendo num país onde o frio é presença constante nesse período tudo isso se intensifica e o Natal ganha ares de conto de fadas, com todos os ingredientes necessários pra encher o dia a dia de calor e poesia.
Caminhar pelas ruas é um estímulo aos sentidos, barraquinhas de oliebollen com aquele cheirinho típico (uma espécie de bolinho de chuva, donuts ou sonho) se espalham pela cidade, enfeitando e alimentando o corpo e o coração. Decorações festivas, vermelho, verde e dourado, luzes piscando, vitrines enfeitadas vestem roupa de festa e se preparam com tudo o que tem de melhor enchendo os olhos dos passantes, roubando seus desejos e invadindo seus sonhos.
As lojas abastecem seus estoques com produtos típicos da data: chocolates em forma de letras, bonecos do Sinterklaas, do Zwart Piet, fantasias para as crianças, que esperam ansiosamente pelo dia certo pra colocar o sapatinho na porta de casa, junto com uma cenourinha pro cavalo do Sinterklaas segundo a tradição na Holanda.
A imaginação corre solta por caminhos de fantasia e vai construindo contos, revivendo estórias, relembrando momentos...
Adultos e crianças caminham lado a lado, braços dados, coração batendo forte, se encontram num momento mágico de poesia, sem tempo nem espaço, chamado infância.
O frio vai chegando lentamente envolvendo tudo e todos ao seu redor. Chuva, vento e neve... A natureza adormece compassiva por um longo período de inverno, de recolhimento. 
Convidando a todos a mudar o curso, desacelerar o passo.
Ficar em casa se torna o programa mais prazeroso. Ah, o aconchego do lar! aquece o corpo e a alma. As pessoas tendem a procurar a companhia uns dos outros com mais freqüência, todos tem mais tempo pra ficar juntos, compartilhar coisas e sorrisos. Alimento, boa conversa uma bebida quente, um cobertor macio, ficar em torno do fogo, procurar chamego.
Natal e frio combinam, uma dupla perfeita, os sentimentos que conectam ambos falam a mesma linguagem. Reflexão, proximidade, calor, aconchego, recolhimento. 
Pra mim pelo menos Natal é tempo de energia positiva no ar. Cresci com essa atmosfera dentro de casa. Sempre ajudando minha mãe montar a árvore de Natal, decorar a casa, preparar as comidas, receber com carinho e coração aberto a família toda e alguns amigos também. Tempo de alegrias e risos de crianças espalhados pelo ar.
Apesar do apelo comercial da data  acredito que ainda existe espaço para sentimentos mais humanos. 
A mensagem subliminar de todo o acontecimento que é o Natal é uma mensagem positiva, de esperança e humanidade, de que ainda é possível acreditar.

Diz a história...

... que a muito tempo atrás em 275 a.C na antiga cidade de Patara, na costa da Licia, atual Turquia, nasceu Nicholas, filho de família rica teve uma educação religiosa dentro da fé cristã. Seus pais morreram numa epidemia quando ele era muito jovem ainda e Nicholas seguindo as palavras de Cristo: “vende o que tens e dá o dinheiro aos pobres” decidiu distribuir aos carentes e necessitados toda a herança recebida, de modo discreto a fim de que ninguém soubesse. Ficou conhecido por sua generosidade e dedicação aos humildes. Dedicou sua vida a causa dos necessitados. Tornou-se Bispo de Myra ainda muito jovem. Sob o Império de Diocleciano, foi perseguido e preso. Muitas estórias são contadas a respeito de seus milagres. A mais conhecida é a de um pai que tinha três filhas, e sem ter o devido dote para oferecer aos pretendentes a marido, temia ter que oferecer as filhas para serem vendidas como escravas. Assim misteriosamente apareceram em três ocasiões diferentes, três sacos de ouro, que teriam sido lançados para dentro da casa por uma janela aberta. Supõe-se que o saco teria caído dentro de uma meia ou sapato que naquela época eram colocados perto da lareira para secar. Daí vem à tradição de colocar meias penduradas na lareira ou sapatos na porta de casa á espera de presentes. O tempo passou e o jovem ficou conhecido como Saint Nicholas, místico-mito-lenda-ou-verdade que atravessa séculos e mantém até hoje milhares de pessoas em comemoração pelo mundo, enaltecendo sua imagem através da fé ou de ritos e tradições.
Faleceu em 6 de Dezembro em 343 d.C em Myra. Nessa data ou no dia anterior em alguns lugares é comemorado seu dia. Dessa “lenda” nasceu o Santa Claus, que por sua vez serviu de inspiração para a invenção do Papai Noel (esse criado por um publicitário norte americano apenas com o intuito de incrementar as vendas do comércio).

As diferenças entre os dois personagens, no entanto é curiosa...

*De Papai Noel (Santa Claus) diz-se que vem pelos ares, voando do Pólo Norte. 
Saint Nicholas ao contrário caminhou sobre a terra ajudando quem mais precisava.
*Papai Noel pertence a um momento da vida, a infância. Saint Nicholas é pra toda a vida, um símbolo de fé e de esperança no humano.
*Papai Noel foi inventado pra incrementar as vendas do comércio. Saint Nicholas viveu uma história de amor, paz, generosidade e abnegação em favor dos humildes.
*Papai Noel incentiva o consumo, Saint Nicholas encoraja a compaixão.

Interessante notar o culto a personagens tão diferentes em culturas também distintas.
Nosso Papai Noel no Brasil foi “importado” dos Estados Unidos onde tudo começou tendo como inspiração Saint Nicholas. Os imigrantes holandeses quando foram para a América levaram junto a tradição de Sinterklaas (Saint Nicholas).
Nos Países Baixos (Holanda) a tradição é mantida através do Sinterklaas. Porém a história toda ganha incrementos de fantasia e pitadas surreais: aqui o Sinterklaas vem da Espanha num navio a vapor juntamente com seus ajudantes chamados de Zwart Piet. Figuras em roupas medievais com o rosto pintado de preto, boca vermelha e brinco de argola - talvez uma referência a fuligem da chaminé, alguns dizem que eles são descendentes dos mouros.
No dia 15 de Novembro Sinterklaas chega em muitas cidades abrindo oficialmente a temporada de Natal e de férias. Desfila pelas ruas em seu cavalo branco tendo seus ajudantes sempre ao lado jogando biscoitos de canela para todos. Os Zwart Piets são muito brincalhões e na verdade existem tipos diferentes: o sábio, o maroto, o gozador, o atrapalhado, etc. 
É um momento muito comemorado e festejado por crianças e adultos. 
A data principal do Natal é dia 5 de Dezembro quando festeja-se com uma celebração em família e acontece a troca de presentes acompanhada com poemas e versinhos. Algo como um amigo secreto porém sem revelar a identidade do amigo. Através dos versos escritos (especialmente para cada pessoa de acordo com seu jeito, estilo e personalidade e com uma pitada de humor) cada um tem que encontrar seu presente. O importante não é o valor do presente mas sim a troca de versos e a comemoração. As crianças na noite anterior colocam um par de sapatos na porta de casa junto com uma cenoura ou açúcar pro cavalo do Sinterklaas e assim esperam ganhar doces e presentes no dia seguinte.
Também é tradição na Holanda presentear uns aos outros com letras de chocolate com a inicial do nome. Anualmente milhares de letras são vendidas mantendo a tradição firme e forte. Ah! e os cartões:aqui como em nenhum outro lugar, eu acredito, tudo é comemorado com o velho e bom cartão...de papel.

Pesquisa feita no site Saint Nicholas Center









*fotos by Google imagens

Wednesday, 4 November 2009

Tuesday, 3 November 2009

ARTE PRA PENSAR

ARTE PRA PENSAR...


HENRI DONO nasceu em Yogyakarta, a sul de Java (Indonésia) em 1960.
A cidade é organizada sob a influência da cultura javanesa e vive ainda sob o poder exercido por séculos de sultanato, ou seja, os sultões que comandam o poder.
A cidade também é o centro da arte contemporânea javanesa e indonésia, numa rica fusão de elementos.
Dono estudou “wayang kulit” (uma espécie de teatro de bonecos de sombras, típicos da cultura Indonésia e local) com o mestre Sukasman, no Instituto de Artes Yogyakarta Indonésia 1980-87 e 1987-88.
Seu início nas artes foi como pintor, associado a uma geração que trouxe para a arte elementos tradicionais wayang juntamente com elementos figurativos e outros da modernidade ocidental do pós-expressionismo.
Posteriormente começou a fazer instalações e performances e a usar em seu trabalho o conhecimento prévio que tinha em animações. Suas instalações passaram a ter som e vídeo.Também tem forte influência de cartoons como Flash Gordon. 
Seu reconhecimento internacional veio na década de noventa quando participou de Bienais e expôs seu trabalho em galerias ao redor do mundo.
Seus trabalhos (a grande maioria instalações) refletem todo esse caldeirão de influências que Henri Dono teve ao longo de sua vida e de sua formação.
Os “wayang kulit”, tem uma presença central na sua poética, direta ou indiretamente. E através deles, o artista metafóricamente faz suas reflexões políticas e sociais sempre permeados com humor.Outros elementos da cultura javanesa também aparecem nos seus trabalhos. Ás vezes de forma direta e outras indiretamente. 
Dono usa aparatos de simples tecnologia como televisões, rádios e outros aparelhos adaptados. Cabeças de bonecos moldadas na própria cabeça do artista repetidas em séries, maquiadas segundo figuras míticas da cultura javanesa (Punakawan p.ex., personagens do Wayang Kulit), anjos, políticos, estudantes e outras figuras fazem parte do mundo poético de Dono.
Das suas instalações provêm sons misteriosos e instigantes. Através de suas imagens podemos nos relacionar com o imaginário de Dono e suas investigações a respeito de questões sociais e políticas que no seu trabalho estão fortemente presentes, diretamente relacionadas à situação política de seu país.
Através da sua cultura o artista estabelece um diálogo universal e atual sobre questões presentes em todas as sociedades: democracia, opressão, liberdade, massificação, corrupção, o papel do indivíduo no meio social, etc. Também está presente em alguma obras, questionamentos sobre o próprio mundo da arte e seus meios de circulação, como o museu, mais especificamente o museu antroplógico.
O trabalho de Dono, não é simplesmente a arte pela arte ou puramente o deleite estético. Ao contrário, é uma arte engajada, feita para pensar, instigar a reflexão. Para ser mais bem fruída, é melhor um conhecimento prévio do trabalho de Dono e suas implicações políticas e sociais.
*Wayang Kulit- a palavra wayang é um termo genérico para teatro na Indonésia (Wikipédia), teatro de sombras. São bonecos feitos com couro de búfalo e montados com varetas de bambu. È usado o princípio de luz e sombra na apresentação dos bonecos. Sobre eles é projetada uma fonte de luz que pode ser lâmpada a óleo ou elétrica, e as sombras lançadas sobre uma tela ou fundo. Tradicionalmente são apresentados espetáculos baseados em contos românticos ou adaptações dos clássicos indianos "Mahabarata" e "Ramayana" ou também estórias ou acontecimentos locais com críticas sociais.  
*"Punakawan é um único tipo de personagem no teatro de sombras indonésio. Eles geralmente representam o povo. Os personagens de Punakawan podem indicar vários papéis, como os assessores do guerreiro, os artistas, críticos sociais e palhaços. Uma fonte de verdade e sabedoria. Em wayang javanês, os personagens punakawan consistem Semar, Gareng, Bagong e Petruk. Em wayang balinês no outro lado, os caracteres são constituídos por Malen e Merdah (as empregadas de Pandawa) e Delem e Sangut (as empregadas de kurawa)."
O condutor da performance ou “Tok Dalang" é quem decide qual a direção a ser tomada.Com uma orquestra de fundo ele narra os acontecimentos entoando-os conforme a dramaticidade de cada cena, através de sua voz.
Os Wayang Kulit estão presentes na cultura do Sudeste da Ásia a séculos atrás, na forma de bonecos ou mesmo em pinturas murais. Wayang Kulit foram considerados pela UNESCO como obra-prima do Património Oral e Imaterial da Humanidade.
*extraído no site punakawan


                                               Teatro Wayang Kulit

HENRI DONO – The Dono Code
Onde: TROPENMUSEUM
Linnaeusstraat 2 - 1092 CK – Amsterdam/ Aberto diariamente das10h as 17h
Como chegar: Tram 3, 7, 9, 10, 14 e ônibus 22
Quando: 10 de Setembro 2009 a 28 Fevereiro 2010

Tuesday, 27 October 2009

"QUEM SABE FAZ A HORA..."

MUSEUMNACHT 2009 http://www.n8.nl/2009/home - em holandês

Imperdível acontecimento! Uma vez por ano diversos museus de Amsterdam abrem suas portas e seguem noite adentro, realizando uma programação diferente. Musica, filme, performance, workshops. Das 19hs às 2hs da manhã os 42 museus que participam do evento irão aquecer as noites frias do outono com muita arte rolando até a madrugada. A entrada é um ticket-comb, ou seja: entrada em todos os museus participantes + “after-parties” + transporte para os locais (tram especial, barco) e também uma entrada grátis em um dos museus participantes (data a escolher), até o final do ano.

A programação toda pode ser encontrada no site indicado acima.

TROPPEUMUSEUM (http://www.tropenmuseum.nl/ )

Linnaeusstraat 2 - 1092 CK - Amsterdam

The Dono Code – 10.09.2009 a 28.02.2010

O universo do artista Henri Dono nascido em Yogyakarta, a sul de Java em 1960. Seu trabalho reflete suas reflexões políticas a respeito da sociedade em que nasceu e viveu (e). São instalações multi- mídia.

*Post a seguir sobre a exposição.

COBRA MUSEUM (Amstelveen) http://www.cobramuseum.nl/en/home.html

Paris Central, Free City, Free Art in the Fifties - 24.10 a 17.01.2010

A exposição reúne mais de 100 obras de 33 artistas que atuaram no importante período do pós-guerra na cidade de Paris, centro efervescente da arte naquele tempo. Jean Dubuffet, Jean Fautrier, Hans Hartung, Asger Jorn, Georges Mathieu, Arnulf Rainer, Nicolas de Staël, Antoni Tàpies, Bram van Velde, são alguns artistas presentes. Uma ode a pintura lírica, "action painting", arte informal, etc.

Gijs Frieling Winner 2009 Cobra Art Prize Amstelveen Vernacular Painting - 26.09 - 29.11.2009

Gijs Frieling é um artista que vem ganhando destaque com sua pintura nos últimos anos. A instalação 'Vernacular Painting' foi pensada para o local, um "site specific" onde o artista cria ambientes como o suporte de sua arte. Também inclui réplicas de obras de René Daniëls, Philip Gustone e Donald Judd.

VAN GOGH MUSEUM

Van Gogh’s letters The artist speaks - 9.09. 2009 – 3.01.2010

Mais de 120 cartas originais (nunca antes apresentadas ao público por sua fragilidade) escritas por Van Gogh, que também foi brilhante no uso da palavra. Apresentadas com outras obras relacionadas, da coleção do Museu. O Van Gogh Museum juntamente com Huygens Institute of the Royal Netherlands Academy of Arts and Sciences levaram mais de 15 anos nas pesquisas das correspondências de Van Gogh, e culminaram na publicação de seis livros em três idiomas.

Alfred Stevens - artista belga (1823-1906). Viveu e trabalhou em Paris na segunda metade do século 19. Seu tema principal foram figuras femininas. Intrigantes, distantes e misteriosas. Ao todo são 64 pinturas.

AMSTERDAMS HISTORISCH MUSEUM (http://en.ahm.nl/nl/home-ahm-en )

Nieuwezijds Voorburgwal 357

Kalverstraat 92

Coleção permanente do museu, composta de objetos, pinturas e achados arqueológicos fazem a história de Amsterdam voltar aos dias atuais.

Martin Monnickendam – recentemente o museu obteve três pinturas de um dos mais importantes pintores holandeses do período entre guerras. Foundation Friends of the Painter Martin Monnickendam ("Stichting Vrienden van de Schilder Martin Monnickendam ') doou as pinturas do Museu Histórico de Amesterdam.Outros trabalhos de Monnickendam podem ser vistos no museu.

The Sixties Now – 05.09.2009 a 07.02.2010

Duas exposições com duração de seis meses e faz referência aos anos 60 com suas conturbadas e determinantes revoluções.

Theatre After Tomato e Ruigoord: Artists' Haven e Maagdenhuis Occupation '69

com fotos de Paul van Riel e Miniskirt.

Playing with sculpture – no Curtyard quatro esculturas interagem com o espaço circundante. No espaço onde crianças brincavam há séculos atrás hoje são ocupados pelas esculturas que convidam o espectador a interagir com seu lúdico e explorar todas as suas possibilidades.

FOAM (http://www.foam.nl/ )

Keizersgracht 609

1017 DS Amsterdam

Sanne Sannes (1937-1967) - Darkness & Light

Fotógrafo holandês que faleceu prematuramente aos trinta anos.

Mesmo que sua carreira não foi longa, a obra que ele construiu, no entanto, foi da melhor qualidade. Sannes teve como inspiração a mulher. A exposição no Foam é uma seção transversal deste trabalho.

DE NIEUWE KERK ( http://www.nieuwekerk.nl/nl/index.htm )

Dam Square, Amsterdam

Oman – 17.09.2009 a 18.04.2010

As exposições em De Nieuwe Kerk são sempre grandiosas e o espaço expositivo colabora e contribui. A atual exposição ressalta a visão marítima de Oman através de mapas, manuscritos, achados arqueológicos, a arquitetura das fortalezas, pratarias, armas e trajes tradicionais. Também foca no comércio através dos incensos e perfumes.

SHEPARD FAIREY - ARTE NA RUA, Em frente a Centraal Station, Amsterdam.

Paradoxos à parte, Fairey ficou conhecido como o artista que ajudou a eleger Obama, por causa da imagem de Obama que criou e foi usada na campanha, depois foi comparada à mirada de Che Guevara no famoso retrato de Alberto Korda. .

Fez parte ativa da street-art contestadora dos EUA, estudou na renomada Rhodeo Island School of Design. Agora ele volta onde tudo começou, ou seja, nas ruas. Passe em frente a Centraal Station e veja, o trabalho de Fairey está lá dando uma canja, de graça, pra ser visto pelo público. Talvez uma maneira encontrada pelo artista pra beber na fonte novamente e reenergizar seu trabalho, já que atualmente ele se tornou parte daquilo que originariamente contestou.(????)